Olá a todos, e bem-vindos a esta emocionante entrevista com um talentoso cantor que conquistou o coração de muitos com sua voz cativante e suas letras profundas. Hoje, temos a honra de conversar com Jun YuGa, um artista que tem impressionado o mundo da música com seu talento e paixão pela arte. Desde seu início humilde até suas performances memoráveis em palcos internacionais, YuGa é uma verdadeira estrela em ascensão. Nesta entrevista, vamos explorar sua jornada musical, inspirações e projetos futuros. Confira a Entrevista:
Como seu relacionamento com a
música virtual começou?
Começou por volta de 2012 em
um RPG, que não o Oddcast, no qual conheci pessoas que faziam paródias com
músicas de artistas reais, os intitulados PadodyPop. E então criei interesse na
música virtual e acabei conhecendo o Oddcast.
Várias coisas mudaram ao longo
do tempo, principalmente dentro do Oddcast. Quando entrei existia segregação de
plataformas, coisas do SL eram exclusivas para SL, coisas do IMVU eram
exclusivas do IMVU. Hoje não existe mais essa separação, se vê artistas de
todas as plataformas dentro de uma gravadora, premiações com todos independente
de plataforma. As músicas antigamente eram mais engraçadas, poucos faziam
músicas sérias, hoje é o inverso. Mas algumas coisas continuam as mesmas, em
especial brigas desnecessárias.
Foi bem desafiador, esse foi o
primeiro álbum em que eu mesmo montei as instrumentais, utilizando
samples. Já os demais processos foram
bem tranquilos, as letras do álbum dizem respeito a mim mesmo, algumas letras
são quase que um desabafo, então saíram naturalmente. Tive ajuda da Venus
James, Porsha e Joli em algumas músicas, o que tornou ainda mais fácil e, do
meu ponto de vista, interessante todo esse processo.
Olha que bacana. O fato de
você mesmo montar as instrumentais fez com você tivesse mais autonomia para por
em prática o que queria?
De certa forma sim, pude
escolher melhor os gêneros das instrumentais que estariam em meu álbum bem como
a estrutura das músicas, sem falar que, eu prefiro músicas curtas de no máximo
3 min, e basicamente coloquei esse limite na hora de montar as instrumentais e
pude fazer isso de forma bem estruturada, sem precisar fazer cortes bruscos ou
coisa do tipo. Já quanto às parcerias, Venus já tinha participado de
Fragmentado, que acabou sendo descartada do álbum, trabalhar com ela novamente
em Suave, como produtora e escritora, foi uma experiência que agregou muito ao
álbum. Porsha e Joli X participaram das letras do álbum Time Machine, mas
queria elas como feat e pra mim essa foi a oportunidade perfeita, e por fim
Victoria Dyer é uma das artistas que mais admiro no Oddcast, e acreditei que
uma parceria com a música De Alma Nua casaria perfeitamente com nossos estilos.
Sua nova era demonstra uma
solidez muito grande, tanto sonora, quanto visual e o lado comercial superando
expectativas. Como você recebeu a notícia que havia atingido o topo dos charts
da META ?
Fiquei realmente surpreso, era algo que não
esperava, ainda mais por ter lançado o single junto de vários outros artistas.
Depois de lançar um mini-album
que foi extremamente bem aceito pelo publico, o que podemos esperar?
Bem, estou trabalhando numa
possível parte 2 do álbum Persona, talvez ainda esse mês saia algo sobre, mas
não é uma promessa e nem tem data prevista para lançamento.
E sobre sua relação com a
moda? Quem lhe acompanha a algum tempo já percebeu, é notório que você possui
um carinho com visuais e estilo. Nós conte um pouco sobre isso:
Esse foi Jun Yuga um dos
artistas mais amados e talentos do meio musical do metaverso. Ao encerramos a
entrevista o divo deixou uma mensagem para seus fãs:
Muito obrigado pelo suporte e
por me acompanhar ao longo dessa jornada, nos vemos em breve e deem stream em
Persona!
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