quarta-feira, 29 de novembro de 2023
sexta-feira, 24 de novembro de 2023
META Magazine: Pamella Frederico
Em nossa
quinta edição, trazemos uma das maiores
divas do Impop, dona do hit ‘Traga Ele’ e anos afastada do mercado fonográfico,
Pamella Frederico conta com detalhes como vem planejando sua próxima era e nos
confidencia seu feat dos Sonhos, confira:
COMO
VOCÊ SE SENTE APÓS TANTOS ANOS AFASTADA DO MERCADO? SENTE QUE ALGUMA COISA
MUDOU?
Pamella:
Me sinto renovada, pronta para mostrar uma nova Pamella! muita coisa mudou,
meus pensamentos, meus estilos musicais… meus gostos!
O QUE
LHE MOTIVOU A PRODUZIR NOVOS MATERIAIS?
Pamella:
Um término de casamento, a perda da minha mãe, um novo relacionamento, um TSUNAMI
de sentimentos e emoções que vivi em 5 anos.
SOBRE
O PAMELLA FREDERICO PRETENDE FALAR NESSA SUA NOVA FASE?
Pamella:
Sobre sentimentos, sobre vivencias, é muito sobre histórias e coisas que vivi e
também que quero viver, é uma autobiografia da minha vida, só que em músicas!
COMO
ESTÁ SENDO SEU RITMO DE TRABALHO? NOS CONTE COMO ESTÁ O PROCESSO DE CONCEPÇÃO
DO NOVO DISCO:
Pamella:
Intenso, tenho trabalhado todos os dias no álbum, compondo muito, são mais de
100 composições, mais de 30 produções, muitos visuais, eu estou morrendo por
essa era, coisa que nunca fiz, sempre fui bem relaxada (risos)
VISUAIS
É UM PONTO CHAVE NA CARREIRA DE QUALQUER ARTISTA, NESTA SUA NOVA FASE COMO VOCÊ
ESTÁ LIDANDO COM ISSO? PODEMOS ESPERAR VIDEOCLIPES?
Pamella:
laro! eu amo fazer clipes e eu quero entregar no
mínimo
7 video clipes no total da era, eu quero fazer que essa era seja a minha mais
longa, com turnês, clipes, lives e etc.
SUA
PLATAFORMA É UMA DAS MAIS FORTE ATUALMENTE, MAS SABEMOS QUE NEM SEMPRE FOI
ASSIM. COMO VOCÊ SE SENTE VENDO O IMVU RECEBER TANTO DESTAQUE?
Pamella:
Feliz. Eu sempre lutei muito para que a plataforma fosse aceita, e eu consegui
certa notoriedade dentro no imvu, onde oddcast era uma piada, fiz parcerias,
publis, hoje me sinto feliz em ver que é algo mais aceito.
QUAIS
SUAS INFLUÊNCIAS DENTRO DO IMVU?
Pamella:
Na música nenhuma, meu estilo é único, gosto de ser uma metamorfose, mas no
jogo Dreicon Karsheen, meu ex melhor amigo do jogo.
SE
PUDESSE FAZER UMA BANG BANG DO METAVERSO, QUAIS GAROTAS ESCOLHERIA ?
Pamella:
Porsha e David Kwon! Pessoas que eu amo muito acompanhar!!!
VOCÊ
ESTÁ MUITO PERTO DE LANÇAR SEU PRIMEIRO SINGLE EM ANOS, GOSTARIA DE FALAR UM
POUCO SOBRE ISSO?
Pamella:
Sim!!! Ele ainda não foi definido, mas será algo diferente de “Fogo” ou de “Eu
Vou Te Obrigar a Dizer Adeus”, eu fiz algo sobre amor, rejeição, sobre perdas,
sobre tudo que o amor pode servir, bônus e ônus, todos vão ficar chocados com a
nova Pamella!
QUAL A
MENSAGEM QUE DEIXARIA PARA SEUS FÃS E ADMIRADORES ?
Pamella:
Eu estou voltando, totalmente repaginada, dessa vez falando sobre amor, sobre
termino, sobre luto… mas para quem gosta do meu veneno nós iremos falar sobre a
risada da Inui, para quem gosta de putaria irei cantar ‘para todos os homens
que transei esse ano’ e para está apaixonado iremos nos deliciar com ‘conheci
outro alguém’, vocês ficaram 5 anos sem a Pamella Frederico, agora irão ter
excesso de Pamella, com a divulgação e marketing que só eu sei fazer!
Aguardem!!!
Confira o Photoshoot:
quarta-feira, 22 de novembro de 2023
sexta-feira, 17 de novembro de 2023
META Magazine: Louanna Grenadee
Dona de inúmeros discos, abrangendo mais gêneros do que somos capazes de contar, compôs literalmente sobre as coisas mais inusitadas já imaginadas, ela que já foi a todos os lugares menos na África, e acabou de lançar o álbum mais Brasileiro do Metaverso, Louanna Grenadee. Então linda como você está após o lançamento do BR (Apelido que os Loulovers deram ao ‘Brasileirinha’ novo álbum de estúdio da Diva) ?
Lou: Eu me sinto muito realizada, eu não imaginava que essa era teria essa magnitude quando planejei tudo da primeira vez, e eu guardei essas músicas com muito carinho por tanto tempo, sinto como se tivesse sido um parto. Estou feliz de ter compartilhado meu álbum com o mundo.
Realmente, em diversos fóruns
seus fãs mais antigos comentaram sobre como você está comprometida com a era
BR. Nos conte como você chegou a este nome (Brasileirinha) e qual o conceito
central desse novo trabalho?
Lou: "Brasileirinha" se refere a garota carioca dos cabelos loiros de mel, que sonhava em ser estrela, se apaixonava, quebrava a cara com pessoas que não podia confiar, etc. Assim que me veio na cabeça de usar essa estética, eu me lembro de apaixonar tanto por isso. Amo tanto esse conceito de brasileirinha que quero ser lembrada por esse álbum pra sempre.
Confiar em seus instintos
naturais é algo que muitos artistas precisam fazer. Como foi a escolha dos 3
singles globais apresentados até o momento? Qual foi o critério de escolha?
Lou: A coisa mais aleatória dessa era foi a escolha de singles; Tirando brasileirinha, que era o lead single óbvio que eu já sabia que ia dar nome pro álbum, ‘Balinha’ veio de uma ideia de melodias bobinhas de funk que eu tive, e que acabou casando numa parceria fofa com a Kelly Dee. Não iria ter um terceiro single antes de lançar o álbum, mas as produções com a Dra Teemo Maraj são tão intensas que a gente já pariu de vez mais dois singles: ‘Boiadeira’, uma música que amo muito e ‘Lambe Lambe’, uma homenagem pras lésbicas. Eu tô planejando Grandona pra Caralho e Rio (Bossa Nova) como singles também.
Dra Teemo está tendo uma
grande participação nas produções musicais desse ano. Com foi trabalhar com ela
e o que podemos esperar das demais faixas do BR?
Lou: A Dra Teemo conseguiu colocar na prática tudo que eu imaginava. Ela arrasa muito no funk com certeza! Além dos smash funks que vêm no álbum, ela produziu a faixa bônus do álbum, chamada “Validação Masculina” que é um electropop babadeiríssimo! Além disso, as faixas do brasileirinha não são apenas farofa. Na verdade, as músicas passeiam inclusive pelo samba e o bossa nova, com algumas letras sobre se auto descobrir e autoajuda. E achavam que eu só ia me apropriar da estética de ‘Boiadeira’ no álbum.
Sabemos que estamos diante de uma nova era na música virtual, novas formas de criar, interagir e até vender música estão surgindo, como Louanna está encarando essa nova fase? O que ela não abre mão de ter por perto?
Lou: Ah, com certeza é me divertir. Seria muito chato se eu estivesse neurótica com tantos aspectos que o rpg tende a colocar sobre os artistas….Todo o processo da minha era foi muito divertido, e eu posso afirmar com toda certeza: eu produzi o álbum oddcast mais divertido de todos os tempos.
Você está meio que vivendo o
auge da sua carreira agora. Como é ter esse pico de crescimento estando no
mercado a tanto tempo?
Lou: Muito inesperado, né? Há alguns anos atrás, eu podia JURAR que meu auge no rpg seria "Fama" de 2018, ou o Oasis em 2020. Sou muito grata por essas eras, mas o que estou vivendo hoje nem se compara. Estou ansiosa para o que vem por aí.
Seu álbum foi lançado no
começo deste mês, com ele inúmeras faixas que tem um poder comercial bem
elevado. Quais os próximos passos da Brasileirinha?
Minha equipe e eu estamos pensando em trabalhar ainda em singles do álbum. Como eu falei antes, "Validação Masculina" vai ser lançada, e acredito que antes disso meus fãs já vão ter conteúdo visual inédito para aproveitarem.
Como você lida com a corrente de ódio gratuito e boicote orquestrado por algumas ‘artistas’ do meio virtual?
Lou: Eu diria que um problema só é problema quando você dá força à isso. Quando você faz um bom trabalho e se orgulha dele, pouco importa premiações compradas ou reconhecimento orquestrado. Eu tenho recebido mensagens tão lindas e positivas de quem ouviu meu novo álbum, e eu me atenho a essas pessoas. Uma artista como a Rudimental, que fez o maior comeback da história do RPG, ou a Beth Thunder, Carmim, Gabi, Zora Venka nunca vão ter pelo que levar a sério caso uma crítica negativa a seu trabalho vindo de alguém que tem o coração cheio de ódio e não entregou nada de relevante no rpg, ou interessante. Eu rio muito de uma artista que despreza até hoje meu trabalho, mas tá estacionada no tempo babando ovo de cover de Ariana Grande e Michael Jackson da feira..
Se reinventar é sua
especialidade, quem a acompanha entende e admira essa qualidade em você. Com
isso, deixe uma mensagem sobre seu processo de transformação e como seus fãs,
amigos e admiradores podem se sentir inspirados a enfrentar novos desafios:
Lou: Sua expressão, sua arte, ela vem de dentro de você. E eu não acredito em manipular o que se sente, ou lançar músicas que não se alinham com o que você acredita. Acredite no seu instinto. Corra riscos. A vida é muito mais bela do lado autêntico, divertido e selvagem.Beijos, Lou! XOXO
terça-feira, 14 de novembro de 2023
sexta-feira, 10 de novembro de 2023
META Magazine: Jun Yuga
Olá a todos, e bem-vindos a esta emocionante entrevista com um talentoso cantor que conquistou o coração de muitos com sua voz cativante e suas letras profundas. Hoje, temos a honra de conversar com Jun YuGa, um artista que tem impressionado o mundo da música com seu talento e paixão pela arte. Desde seu início humilde até suas performances memoráveis em palcos internacionais, YuGa é uma verdadeira estrela em ascensão. Nesta entrevista, vamos explorar sua jornada musical, inspirações e projetos futuros. Confira a Entrevista:
Como seu relacionamento com a
música virtual começou?
Começou por volta de 2012 em
um RPG, que não o Oddcast, no qual conheci pessoas que faziam paródias com
músicas de artistas reais, os intitulados PadodyPop. E então criei interesse na
música virtual e acabei conhecendo o Oddcast.
Várias coisas mudaram ao longo
do tempo, principalmente dentro do Oddcast. Quando entrei existia segregação de
plataformas, coisas do SL eram exclusivas para SL, coisas do IMVU eram
exclusivas do IMVU. Hoje não existe mais essa separação, se vê artistas de
todas as plataformas dentro de uma gravadora, premiações com todos independente
de plataforma. As músicas antigamente eram mais engraçadas, poucos faziam
músicas sérias, hoje é o inverso. Mas algumas coisas continuam as mesmas, em
especial brigas desnecessárias.
Foi bem desafiador, esse foi o
primeiro álbum em que eu mesmo montei as instrumentais, utilizando
samples. Já os demais processos foram
bem tranquilos, as letras do álbum dizem respeito a mim mesmo, algumas letras
são quase que um desabafo, então saíram naturalmente. Tive ajuda da Venus
James, Porsha e Joli em algumas músicas, o que tornou ainda mais fácil e, do
meu ponto de vista, interessante todo esse processo.
Olha que bacana. O fato de
você mesmo montar as instrumentais fez com você tivesse mais autonomia para por
em prática o que queria?
De certa forma sim, pude
escolher melhor os gêneros das instrumentais que estariam em meu álbum bem como
a estrutura das músicas, sem falar que, eu prefiro músicas curtas de no máximo
3 min, e basicamente coloquei esse limite na hora de montar as instrumentais e
pude fazer isso de forma bem estruturada, sem precisar fazer cortes bruscos ou
coisa do tipo. Já quanto às parcerias, Venus já tinha participado de
Fragmentado, que acabou sendo descartada do álbum, trabalhar com ela novamente
em Suave, como produtora e escritora, foi uma experiência que agregou muito ao
álbum. Porsha e Joli X participaram das letras do álbum Time Machine, mas
queria elas como feat e pra mim essa foi a oportunidade perfeita, e por fim
Victoria Dyer é uma das artistas que mais admiro no Oddcast, e acreditei que
uma parceria com a música De Alma Nua casaria perfeitamente com nossos estilos.
Sua nova era demonstra uma
solidez muito grande, tanto sonora, quanto visual e o lado comercial superando
expectativas. Como você recebeu a notícia que havia atingido o topo dos charts
da META ?
Fiquei realmente surpreso, era algo que não
esperava, ainda mais por ter lançado o single junto de vários outros artistas.
Depois de lançar um mini-album
que foi extremamente bem aceito pelo publico, o que podemos esperar?
Bem, estou trabalhando numa
possível parte 2 do álbum Persona, talvez ainda esse mês saia algo sobre, mas
não é uma promessa e nem tem data prevista para lançamento.
E sobre sua relação com a
moda? Quem lhe acompanha a algum tempo já percebeu, é notório que você possui
um carinho com visuais e estilo. Nós conte um pouco sobre isso:
Esse foi Jun Yuga um dos
artistas mais amados e talentos do meio musical do metaverso. Ao encerramos a
entrevista o divo deixou uma mensagem para seus fãs:
Muito obrigado pelo suporte e
por me acompanhar ao longo dessa jornada, nos vemos em breve e deem stream em
Persona!
terça-feira, 7 de novembro de 2023
sexta-feira, 3 de novembro de 2023
META Magazine: Victoria Dyer
Extremamente
impecável em tudo que se propôs a fazer até o seguimento momento, aclamada pelo
mundo da música, reconhecida pelo mundo visual e um ícone da moda, nossa
convidada para a segunda edição da META é Victoria Dyer.
Oi
Vic tudo bem?
Vic:
Tudo ótimo, é um prazer conversar!
Então,
falar sobre a senhorita Dyer é impossível não associa-la ao seus impecáveis
visuais. Nós diga, o que eu tem feito nas ultimas semanas? Você lançou seu EP
recentemente, podemos esperar algo relacionado ao mesmo?
Vic:
Nas últimas semanas eu tenho descansado e intercalado o trabalho em alguns
projetos, mas não há muito pelo que esperar visualmente.
Sempre
comprometida em torna-se uma artista mais aprimorada, ate então, você foi a
primeira a utilizar as novas ferramentas de criação de faixas por IA. Nós conte
um pouco sobre como foi o processo de criação do smahit ‘posthuma’:
Vic:
Eu acho que aderir à integração com Inteligência Artificial generativa foi a
minha única escolha viável criativamente para a época. Eu havia chegado num
ponto de exaustão, concebendo e abortando ideias de forma descontrolada — e
isso aliado ao meu criticismo constante resulta na fórmula perfeita para o
hiatus. Não me entenda mal, posthuma não foi o meu primeiro encontro com essas
ferramentas, eu já usava outras tecnologias há anos, mas o single foi um sopro
de ar fresco na minha carreira.
Sobre a sonoridade da faixa e o processo de gravação dos vocais, Dyer completa: Vic: Da batida a única coisa que sobrou foi a vibe e alguns sintetizadores. Depois disso, o processo de gravação dos vocais foi divertido, precisei gravar takes diferentes com a minha voz e então passar para o modelo de voz da grimes, no final acabei usando pelo menos três modelos diferentes.
A interprete de ‘Pop!’ ainda completa afirmando que foi uma sensação nova ‘vestir a voz de outra pessoa: É muito estranho vestir a voz de uma outra pessoa, porque não basta apenas ter o timbre – a identidade de cada cantor é rica em peculiaridades. Eu não acho que tenha feito algo nem perto de 70% parecido, mas estou feliz com o que eu consegui na época. Eu sei que ao todo gastei uma semana em concepção e menos de três dias em produção. Alguns amigos haviam visto a notícia então recente do concurso aberto pela Grimes e praticamente exigiram que eu participasse (... em meio a uma bela risada)
E eu percebi que eu realmente precisava de um desafio!!
Esse
foi seu primeiro contato com está vertente criativa?
Vic:
Já tinha o rascunho de uma batida e uma
letra engavetadas desde 2018 (muito antes do meu debut no oddcast) que eu
simplesmente não conseguia fazer funcionar com os recursos que eu tinha na
época. Alimentei os meus rascunhos de letra para o GPT-4 e costurei respostas
diferentes.
Além de uma talentosa musicista, você tem um lado empreendedor que volta e meia nos surpreende, como por exemplo a venda de Skins. Nós conte como esse seu lado aflorou e como ele esta atualmente?
Quem me conhece sabe que eu também posso ser uma nerd insuportável, e eu decidi
compartilhar as minhas habilidades. Vou entrar em dethe para dar um pouquinho
de contexto: Eu não faço propriamente as skins, mas a predefinição do material
próprio para renderização baseada em física. Basicamente, se você vai construir
um material baseado em física seguindo os padrões da indústria, você precisa de
diversos mapas de cada propriedade (como rugosidade, difusão, altura,
orientação das faces etc). Criadores baseados em the sims que estão começando
nesse mundo não costumam ter acesso a esses mapas, porque o jogo só fornece a
textura difusa (apenas a cor base), além da falta do conhecimento mais técnico.
A minha ideia foi montar um preset capaz de extrair todas as informações
possíveis de um único mapa, além de usar as configurações que eu mais gosto nas
minhas peles.
Bastante engenhoso e inovador este pensamento, tais produtos até pouco tempo atras não eram tão populares e de fácil acesso: O meu lado empreendedor aflorou de verdade porque eu estava cansadinha. Eu fui muito mais acolhida pela comunidade internacional quando eu entrei, eu disponibilizava tutorial e download de alguns materiais para grupos mais próximos. As pessoas eram super fofas pedindo autorização antes de usar o material.
Mas
chegou num ponto em que eu recebia muitos DMs pedindo ajuda de como usar, e aí
eu percebi que podia facilitar a vida dessas pessoas entregando um produto
pronto, o meu preço está muito abaixo do mercado porque eu acredito que é o
básico que todos precisam ter. Mas nunca de graça porque as pessoas não dão o
devido valor!
Você pretende investir mais neste mercado? Talvez a criação de uma marca própria ou um Patreon? Eu tenho muito cuidado com a direção em que eu levo qualquer negócio. O retorno sobre investimento é bom, mas eu quero escalar com muito cuidado sobre a energia que eu posso gastar com ele e ainda gerar valor para as pessoas. A plataforma atual tem seus prós e contras, e eu tenho estudado algumas alternativas.
A moda é algo que sempre faz parte da sua persona, fale pra gente um pouco sobre o que está usando agora (no Photoshoot): Vic: Estou vestindo Puffer Jacket e Vamp Shades criados pela V1S4G3, simplesmente a única casa que ressoa completamente com a minha energia!
Com
isso concluímos nossa segunda edição com deleite ao conhecer mais sobre este
maravilhoso lado empreendedor de Miss Dyer. E não se esqueça, na próxima sexta
feira conversaremos com o Oriental mais amado do Metaverso, fiquem atentos!







